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O trabalho lhe consome
muito tempo e energia, mas é só falar de esportes e cães
que Alexander Schcolnik, o Alex, se empolga. Foram esses
elementos, inclusive, que levaram Alex para o agility. “Vi
uma reportagem em um jornal e me interessei. Resolvi conhecer
e saber um pouco mais sobre o agility, pois sempre gostei
de esportes e mais ainda dos meus cães”.
Então, em maio de 1998, Alex, Mike (pastor alemão) e O’Neil
(dobermann) foram conhecer uma escola, onde começaram a
fazer aulas de agility.
Cada vez mais envolvido, Alex não perdia uma competição, a
primeira delas no Parque da Água Branca:"Conforme
ia evoluindo, cada vez ficava mais interessado. Nessa época,
minha noiva tinha uma filhote de poodle, que gostava muito
de brincar e pular tudo. Resolvi ensinar obediência para
ela, que me surpreendeu por aprender todos os comandos em
apenas dois dias”, lembra. A partir de então, Nina
passou a acompanhar Alex nos treinos e competições e passou
a receber mais atenção, embora ainda treinasse os dois grandões.
“Dois meses depois da primeira aula de agility, Nina
estreava em uma prova”, conta.
Esporte
é sonho e saúde
Atualmente Alex treina na EPOCA e apesar de poder se considerar
um veterano, acha que ainda pode melhorar. “Tenho
plena consciência de que ainda faço muita bobeira em pista,
mas estou me esforçando para melhorar. Além disso, pelo
tipo de treino que Nina teve, ela já fez bem seu trabalho
e me deu muitas alegrias”, analisa. Sem descartar
Nina, Alex já está se preparando para o futuro. “Adquiri
Tyller, um pastor de Shetland, especificamente para o agility.
Com ele, pretendo representar o Brasil em um Campeonato
Mundial”, sonha.
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