
A
primeira vez que a administradora escolar Cláudia teve
contato com o agility foi durante uma apresentação do
esporte em sua cidade, Brasília. Dona, juntamente com
o marido, de dois cães da raça pastor de Shetland, ela
logo se contagiou com o esporte. “Descobri que a
raça era boa para o agility e em janeiro de 2000
procurei o Pablo, da escola de adestramento Social
Dogs, que dá aulas de agility e faz apresentações em Brasília
e logo iniciamos os treinamentos”, lembra.
Evolução
acelerada
Dois anos depois, a evolução é notável. “É incrível como hoje, em tão
pouco tempo, já estejamos tão entrosados como dupla”,
espanta-se. Cláudia tem como parceira no agility Charmian,
de dois anos de idade. “Ano passado, na única competição
oficial de agility que aconteceu em Brasília até hoje,
eu peguei uma segunda colocação na prova de jumping. Como
era nossa primeira competição, acho que nos saímos muito
bem”, conta com orgulho.
Daqui para frente, a ordem para a dupla brasiliense é competir, aprimorar
e aprender. “Pretendo competir e cada vez mais aperfeiçoar
as técnicas”, diz ela, que esteve presente na
última edição do Américas e Caribe, em São Paulo (SP),
para assistir a competição e observar o que os melhores
da América têm feito em termos de evolução técnica. Mas
independente de outra coisa, o agility serviu para uni-la
ainda mais a seus cães. “O agility é sem dúvidas
o melhor esporte que poderia ter surgido, pois posso trabalhar
junto com meus cães”, diz.
