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Estudante neurótico
com o Vestibular, Felipe treina na ABRAFA desde maio de
2002. Tomou conhecimento do agility quando a Mayra da Lilith,
numa aula de inglês, fez uma descrição do esporte numa lição
em classe.


Eu ganhei o Hórus,
meu Labradoido e depois que ele tomou a vacina anti-rábica
aos 5 meses de vida, fui procurar uma escola de adestramento
para fazer obediência com ele. A Betina me convidou para
ver uma competição de Agility (12º Festival de Agility ABRAFA)
e achei muito legal. E na aula seguinte a isso, fui do EBO
para o Agility Iniciante, o Hórus ainda era novinho e não
gostava muito de saltar, mas adorava o túnel. Na primeira
competição que eu entrei com o Hórus, não fui muito bem,
porque eu não sabia conduzí-lo direito. Ele começou a melhorar
depois que o Mauro e a Tuca entraram na ABRAFA. Aprendi
muito com eles. O Hórus gostou tanto do Mauro que no primeiro
dia que ele o viu, pulou sobre ele. O nosso primeiro pódio
foi em Campos do Jordão na Copa Pro Plan e depois conseguimos
um terceiro lugar no percurso OPEN Iniciante da APA com
a Jenny Damm.

A cada dia Felipe
vai aprendendo cada vez mais e o Hórus cada dia mais entra
em sintonia com ele. Seu maior objetivo no agility é estar
entre os seus melhores amigos e se divertir muito.

Felipe ainda pretende
ter uma Border Collie fêmea para a qual já escolheu até
o nome: Amy Rose. Para ele, o agility além de ser uma forma
de descontração e lazer, proporciona uma ligação muito forte
entre cão e condutor. E é uma forma de cuidar do corpo de
cada um... é um benefício mútuo.

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