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Carlos Alberto Nunes
O agility é uma das coisas que mais me dá alegrias


O dogue alemão pode não ser a raça mais indicada para se praticar o agility, mas foi com ela que o adestrador Carlos Alberto, o KK, descobriu sua atual paixão. “Foi em 1998, no Centro de Treinamento Brigada Veneno, no Rio de Janeiro (RJ). Comecei a frequentar o local pois queria aprender a adestrar cães com objetivo profissional”, lembra. A paixão pelos animais, e pelos cães em particular, no entanto, é antiga. “Desde criança, eu sempre gostei de animais. Durante a vida, fui me identificando com os cães. Quase fiz veterinária, mas o meu interesse era o de manter atividades com cães, então eu pensei no adestramento”, conta. É aí que entra a Brigada Veneno. KK frequentava a escola diariamente. “Eles tinham uma pista de agility e foi assim que aos poucos, fui descobrindo o agility”, conta. Juntamente com a turma da Brigada, KK foi descobrindo novos métodos e formas de treinamento para praticar o esporte.

De dogue alemão a border collieO começo foi com o dogue alemão Johan, que na época tinha três anos de idade. “Apesar da raça, ele não era lento, pois não era dos maiores”, lembra. Apesar da dedicação, o treinamento de Johan não foi uma tarefa fácil. “Ele era velho, muito grande – apesar de ser um dogue alemão pequeno – e além de tudo não era de minha propriedade”, enumera. Mesmo assim, Johan foi treinado por mais de um ano, apesar de ter entrado em pista somente em cinco ocasiões. “Foi uma boa experiência”, avalia.

Atualmente, seu companheiro de competições é Coil, um SRD de quatro anos de idade. “Os treinos de Coil não começaram na idade ideal pois ele também não é meu”, diz. Segundo o adestrador, um dos principais problemas da dupla é a falta de motivação. “Ainda não consegui entrar em pista com ele motivado. Mas o meu objetivo com ele não é vencer, mas sim participar de algumas provas para adquirir experiência”, explica. Vencer, ele pretende com o border collie que estará adquirindo em 2001. O desejo? Participar do Campeonato Mundial, claro.

“Espero escolher um filhote com temperamento bom para o agility, para poder sonhar com o mundial. Aprendi que quando se deseja alguma coisa, isso pode se tornar realidade por meio de luta, força de vontade, coragem, e humildade”, ensina. Para ele, no entanto, mais do que o mundial, o importante é ter conhecido o esporte que se transformou em uma de suas paixões. “Hoje é uma das coisas que me dá mais alegria”, confirma.

Em 21.03.2002, recebemos um e-mail, que nos contava o seguinte:Aqui está o meu "filho". Se chama Wyatt Earp, está com cinco meses edevo estreá-lo no meio do ano como iniciante.AbraçosKK

KK,Nós ficamos muito felizes quando vemos que um cão como o Wyatt encontrou alguém como você!!!!!!Sejam felizes e curtam-se muito!!!!!!!! E lógico....MUITO AGILITY!!!! Seu sonho está apenas começando!!!!

Abraços

Equipe Agiliteiros.com

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