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SUELI DE FREITAS
“Do agility só tiro coisas boas”

Quando elas entram em pista, não tem quem fique indiferente. E não tem quem não torça por elas também. Sem dúvidas, uma das duplas mais simpáticas atende pelo nome de Sueli de Freitas e Sacha, uma cadela Old English Sheepdog de quatro anos e meio de idade. Praticante de agility desde agosto de 1999, Sueli hoje faz parte da equipe da EPOCA (Escola Paulista de Obediência Canina e Agility), de São Paulo (SP). Adestradora profissional, este ano começou a competir com a border collie Anne, que apesar de apenas 16 meses de idade, já vem dando o que falar. “A primeira vez que vi o agility foi numa demonstração e em seguida, em uma prova no Canil Hundewelt, vi que aquele esporte era minha praia, numa época em que os iniciantes ainda entravam em pista com guia”, lembra Sueli.

Assim, começou a praticar o esporte, com suas três cadelas: Meg e Sacha, ambas da raça Old English Sheepdog e a poodle Bianca. Logo Sueli percebeu a diferença entre treinar um poodle, considerado pela pesquisa do psicólogo americano Stanley Coren como a segunda raça mais inteligente do mundo e os sheepdogs.

“A evolução com as sheepdogs foi mais lenta, minha condução era ruim, sem noção de direita e zonas de contato. Com a poodle era mais fácil e logo na primeira prova oficial subimos no pódio e não demorou para ganhar nosso primeiro excelente”, recorda.

Desde então, Sueli vem trabalhando para se aprimorar no esporte.

“Hoje, no momento em que entro para reconhecer um percurso, me sinto mais segura e aí consigo um bom desempenho em pista”, observa. Ela sabe que o esforço feito para chegar onde está atualmente, não se compara com o que precisará fazer ainda para conseguir seu principal objetivo: fazer parte da equipe brasileira de agility e participar como competidora de um Mundial, ponto alto para qualquer condutor, particularmente para quem vive o esporte intensamente. “Afinal, do agility só tiro coisas boas, como ficar em forma, ver meus cães alegres e todos os agiliteiros como amigos maravilhosos, independente de idade e sexo”, explica.

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